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		<title>Panorama do Novo Testamento I</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:42:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Panorama do Novo Testamento I
Em Carpina-PE
Dias 17 &#8211; 19 de setembro.
Contato: 3312.5000 &#8211; 9139.9973
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</strong>Em Carpina-PE<br />
Dias 17 &#8211; 19 de setembro.</p>
<p>Contato: 3312.5000 &#8211; 9139.9973</p>
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		<title>Nosso Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 20:54:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Receba as atualizações do nosso site através da rede social do Twitter. Siga-nos!
www.twitter.com/amespe
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Receba as atualizações do nosso site através da rede social do Twitter. Siga-nos!</p>
<p><a href="www.twitter.com/amespe">www.twitter.com/amespe</a></p>
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		<title>Panorama do Novo Testamento II</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 20:44:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Panorama do Novo Testamento II
Em Carpina-PE
Dias 22 &#8211; 24 de setembro.
Contato: 3312.5000 &#8211; 9139.9973
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Panorama do Novo Testamento II<br />
</strong>Em Carpina-PE<br />
Dias 22 &#8211; 24 de setembro.</p>
<p>Contato: 3312.5000 &#8211; 9139.9973</p>
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		<title>Inscrição &#124; Jornada Teológica da AMESPE</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 04:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AMESPE</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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<p><a href="http://amespe.com.br/wp-content/uploads/2010/08/jta.jpg"><img src="http://amespe.com.br/wp-content/uploads/2010/08/jta.jpg" alt="jta" title="jta" width="600" height="657" class="alignleft size-full wp-image-219" /></a></p>
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		<title>A Arte de Falar em Público</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AMESPE</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://amespe.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Curso-de-Férias-1.jpg"><img src="http://amespe.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Curso-de-Férias-1.jpg" alt="Curso-de-Férias-1" title="Curso-de-Férias-1" width="600" height="840" class="alignleft size-full wp-image-214" /></a></p>
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		<title>Vida Pessoal com Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AMESPE</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://amespe.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ad-AMESPE-Presencial-Vida-Pessoal-com-Deus.jpg"><img src="http://amespe.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ad-AMESPE-Presencial-Vida-Pessoal-com-Deus.jpg" alt="ad-AMESPE-Presencial-Vida-Pessoal-com-Deus" title="ad-AMESPE-Presencial-Vida-Pessoal-com-Deus" width="600" height="658" class="alignleft size-full wp-image-209" /></a></p>
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		<title>Impacto no emprego é o mesmo para curso presencial ou à distância</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 16:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AMESPE</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa divulgada nesta 4ª feira (26/06/10) revela que, ao contrário do que se imaginava, o impacto no emprego e no salário de quem cursou ensino técnico é igual nas modalidades do ensino presencial e à distância. O estudo ‘A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho’ foi conduzido pelo professor da Fundação Getúlio Vargas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pesquisa divulgada nesta 4ª feira (26/06/10) revela que, ao contrário do que se imaginava, o impacto no emprego e no salário de quem cursou ensino técnico é igual nas modalidades do ensino presencial e à distância. O estudo ‘A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho’ foi conduzido pelo professor da Fundação Getúlio Vargas Marcelo Neri para o Instituto Votorantim e teve como objetivo verificar como ficou a vida de quem cursou – a distância ou não – algum tipo de ensino técnico, seja uma qualificação profissional de curta duração, ensino de nível médio ou curso superior para formação de tecnólogos.<br />
</strong><br />
Para chegar aos resultados, o economista trabalhou com duas bases de dados do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) dos últimos oito anos. Segundo a Pnad, 29 milhões de pessoas frequentaram alguma dessas modalidades de curso. “Não queríamos saber sobre a demanda pelos cursos, mas sim entender o impacto deles no mercado de trabalho. Por isso, não consideramos quem estava fazendo o curso na época da pesquisa, mas somente os que já haviam pelo menos passado por um, mesmo sem ter se formado”, explicou Neri.</p>
<p>O panorama do setor surpreendeu o pesquisador em relação aos cursos a distância. Neri não imaginava que profissionais formados nessa modalidade tivessem rendimento e salário impactados da mesma forma que os oriundos do ensino presencial. “Pensei que tivesse alguma diferença entre quem faz curso a distância, mas não houve. É uma boa notícia.” “O ensino técnico, sobretudo se for de boa qualidade, proporciona ao jovem altas possibilidades de emprego, e é ótimo que o ensino a distância também proporcione renda e salário”, disse o supervisor nacional da Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese, Sérgio Mendonça.</p>
<p>Para a conselheira da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) Marta Maia, trata-se de uma conquista. “Uma parcela da população que não tinha acesso ao aperfeiçoamento profissional, principalmente em cidades do interior do País, tem uma grande oportunidade de melhorar de vida com o ensino a distância. E, como esse ensino profissional a distância é muito recente, é uma ótima notícia saber dessa aceitação.”</p>
<p>Para o diretor da Associação Brasileira dos Estudantes de Ensino a Distância (ABE-EAD), Leandro Chemalle, o resultado já era previsto. Para Chemalle, a modalidade já se provou bem-sucedida. “Os estudantes estão chegando ao mercado e a sociedade está vendo que a qualidade pode ser até superior que a dos formados na modalidade presencial”, afirmou. “O ensino técnico é profissionalizante e não há necessidade de ser presencial.”</p>
<p>Desde 2008 o governo federal oferece o programa Escola Técnica Aberta do Brasil (e-Tec Brasil), com 48 cursos a distância gratuitos, com apoio de polos presenciais em universidades e escolas. Atualmente há 20.580 alunos cursando. Em São Paulo, o Centro Paula Souza tem desde 2006 o Telecurso TEC, de ensino profissional a distância. No ano passado, o governo paulista fez uma parceria com Minas Gerais e Goiás, expandindo a área de atuação do Telecurso TEC.</p>
<p><strong>Turismo<br />
</strong>Ao comparar pessoas da mesma idade e sexo, a pesquisa concluiu que as que têm formação profissional concluída têm 48,2% mais chances de encontrar uma ocupação profissional. A renda também foi afetada diretamente: os salários são 12,9% mais altos para os com educação profissional. Outro dado da pesquisa tem relação com o grau de profissionalização de algumas áreas. O setor de turismo é o que tem índice mais alto de trabalhadores com formação técnica: 53%. Já na área de informática é um dos mais baixos, com apenas 12%. Mas para quem se especializa, não costumam faltar emprego.</p>
<p>Rogério Barros, de 31 anos, fez ensino médio técnico em processamento de dados e logo conseguiu uma vaga na área de suporte. Decidiu continuar investindo na carreira e cursou Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Fatec. Antes mesmo de se formar, em 2008, foi chamado para a Microsoft, onde atua como consultor. “Tem muito do esforço pessoal também, mas quase todos os meus amigos da Fatec estão com bons empregos”, diz.<br />
Os Estados com maior proporção de pessoas com educação profissional são o Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul. Os que têm menor índice são Alagoas, Pernambuco e Maranhão. O rendimento de quem tem formação profissional também difere entre os Estados. (Carolina Stanisci e Luciana Alvarez – AE)</p>
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		<title>Especialista fala sobre a difícil tarefa de combinar tecnologia e educação</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 15:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AMESPE</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seja por meio de celular, computador ou TV via satélite, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil: exige treinamento dos mestres. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Seja por meio de celular, computador ou TV via satélite, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil: exige treinamento dos mestres. A avaliação é de Guilherme Canela Godoi, coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco, braço da ONU dedicado à ciência e à educação. “Ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.” O desafio é mundial. Mas pode ser ainda mais severo no Brasil, devido a eventuais lacunas na formação e atualização de professores e a limitações de acesso à internet – problema que afeta docentes e estudantes. Na entrevista a seguir, Godoi comenta os desafios que professores, pais e nações terão pela frente para tirar proveito da combinação tecnologia e educação.<br />
</strong><br />
<strong>Qual a extensão do uso das novas tecnologias nas escolas brasileiras?<br />
</strong>Infelizmente, não existem dados confiáveis que permitam afirmar se as tecnologias são muito ou pouco utilizadas nas escolas brasileiras. Censos educacionais realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que a maioria das escolas públicas já tem à sua disposição uma série de tecnologias. No entanto, a presença dessas ferramentas não significa necessariamente uso adequado delas. O que de fato se nota é que ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.<br />
Quais devem ser as políticas públicas para incentivar as tecnologias em sala de aula?</p>
<p>Elas precisam ter um componente fundamental de formação e atualização de professores, de forma que a tecnologia seja de fato incorporada no currículo escolar, e não vista apenas como um acessório ou aparato marginal. É preciso pensar como incorporá-la no dia a dia da educação de maneira definitiva. Depois, é preciso levar em conta a construção de conteúdos inovadores, que usem todo o potencial dessas tecnologias. Não basta usar os recursos tecnológicos para projetar em uma tela a equação “2 + 2 = 4″. Você pode escrever isso no quadro negro, com giz. A questão é como ensinar a matemática de uma maneira que só é possível por meio das novas tecnologias, porque elas fornecem possibilidades de construção do conhecimento que o quadro negro e o giz não permitem. Por fim, é preciso preocupar-se com a avaliação dos resultados para saber se essas políticas de fato fazem a diferença.</p>
<p><strong>As novas tecnologias já fazem parte da formação dos professores?<br />
</strong>Ainda é preciso avançar muito. Os dados disponíveis mostram que, infelizmente, ainda é muito incipiente a formação de professores com a perspectiva de criação de competências no uso das tecnologias na escola. Com relação à formação continuada, ou seja, à atualização daqueles profissionais que já estão em serviço, aparentemente nós temos avanços um pouco mais concretos. Há uma série de programas disponíveis que oferecem recursos a eles.</p>
<p><strong>Para os alunos, qual o impacto de conviver com professores ambientados com as novas tecnologias?<br />
</strong>As avaliações mais sólidas a esse respeito estão acontecendo no âmbito da União Europeia. Elas mostram que a introdução das tecnologias nas escolas aliada a professores capacitados têm feito a diferença em alguma áreas, aumentando, por exemplo, o potencial comunicativo dos alunos.</p>
<p><strong>As relações dentro da sala de aula mudam com a chegada da tecnologia?<br />
</strong>O que tem acontecido – e acho que isso é positivo, se bem aproveitado – é que a relação de poder professor-aluno ganha uma nova dinâmica com a incorporação das novas tecnologias. Isso acontece porque os alunos têm uma familiaridade muito grande com essas novidades e podem se inserir no ambiente da sala de aula de uma maneira muito diferente. Assim, a relação com o professor fica menos autoritária e mais colaborativa na construção do conhecimento.</p>
<p>É comum imaginar que em países com um alto nível educacional a integração das novas tecnologias aconteça mais rapidamente. Já em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde muitas vezes o professor tem uma formação deficitária, a incorporação seja mais lenta. Esse pensamento é correto?</p>
<p>Grandes questões sobre o assunto não se colocam apenas para países em desenvolvimento. É o caso, por exemplo, de discussões sobre como melhor usar a tecnologia e como treinar professores. O mundo todo discute esses temas, porque essas novas ferramentas convergentes são um fenômeno recente. Porém, também é correto pensar que nações onde as pessoas são mais conectadas e têm mais acesso a dispositivos devem adotar a tecnologia em sala de aula de modo mais amplo e produtivo. Outro fenômeno detectado no mundo todo é o chamado “gap geracional”, ou seja, os professores não nasceram digitalizados, enquanto seus alunos, sim.</p>
<p><strong>O senhor vê algum tipo de resistência nas escolas brasileiras à incorporação da tecnologia?<br />
</strong>Não acredito que haja uma resistência no sentido de o professor acreditar que a tecnologia é maléfica, mas, sim, no sentido de que ele não sabe como utilizar as novidades. Não se trata de saber ou não usar um computador. Isso é o menor dos problemas. A questão em jogo é como usar equipamentos e recursos tecnológicos em benefício da educação, para fins pedagógicos. Esse é o pulo do gato.</p>
<p><strong>Quais os passos para superar a formação deficitária dos professores?<br />
</strong>A Unesco sintetizou em livros seu material de apoio, chamado Padrões de Competências em Tecnologia da Informação e da Comunicação para Professores. Ali, dividimos o aprendizado em três grandes pilares. O primeiro é a alfabetização tecnológica, ou seja, ensinamos a usar as máquinas. O segundo é o aprofundamento do conhecimento. O terceiro pilar é chamado de criação do conhecimento. Ele se refere a uma situação em que as tecnologias estão tão incorporadas por professores e alunos que eles passam a produzir conhecimento a partir delas. É o caso das redes sociais. É importante lembrar que esse processo não é trivial, ele precisa estar inserido na lógica da formação do professor. Não se deve achar que a simples distribuição de equipamentos resolve o problema.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.educacaoadistancia.blog.br/o-desafio-de-aliar-tecnologia-e-educacao/">revista veja: 09/06/2010</a></p>
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		<title>As tendências do ensino a distância</title>
		<link>http://amespe.com.br/as-tendencias-do-ensino-a-distancia/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 15:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AMESPE</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ensino a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[A educação a distância há muito deixou de ser sinônimo de curso barato e de qualidade duvidosa. De acordo com o Censo Ead.br (2008), em 2004 foram realizadas quase 310 mil matrículas no Brasil. Em quatro anos, esse número passou para 1.075.272. O número de instituições educacionais com cursos a distância também teve uma evolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A educação a distância há muito deixou de ser sinônimo de curso barato e de qualidade duvidosa. De acordo com o Censo Ead.br (2008), em 2004 foram realizadas quase 310 mil matrículas no Brasil. Em quatro anos, esse número passou para 1.075.272. O número de instituições educacionais com cursos a distância também teve uma evolução expressiva: de 166 para 376.<br />
</strong><br />
Educação a distância e tecnologia caminham lado a lado. Manter-se atualizado significa estar em sintonia com as transformações tecnológicas desenvolvidas e aplicadas, pois muitas destas inovações podem contribuir em todas as fases da formação pedagógica dos alunos.</p>
<p>Educar no EAD requer metodologia de ensino que esteja pautada em pressupostos da navegabilidade, da conectividade, da mobilidade, da portabilidade, da intertextualidade e da hipertextualidade, como elementos para potencializar a ação de alunos e professores que se inter-relacionam em sistemas de educação a distância. As tendências educacionais estão fundamentadas no desenvolvimento de novas tecnologias digitais, que modificarão sobremaneira o acesso aos conteúdos. Elas estarão disponíveis em um arranjo de uma espécie de plurimultimídias oferecidas a estudantes e a professores durante todo o processo de ensino. Os sistemas de comunicação serão integrados em diferentes aparatos tecnológicos móveis, como celulares, computadores portáteis e quaisquer outros dispositivos que possibilitarem conectividade e mobilidade como ponto de acesso a ambientes virtuais.</p>
<p>A transformação tecnológica deu as condições necessárias para o desenvolvimento de uma modalidade educacional denominada m-learning (mobile learning), que consiste na utilização de dispositivos móveis e portáteis. PDAs (assistentes pessoais digitais), telefones móveis e outros dispositivos portáteis conectados pelas redes sem fio são aplicados em educação. Essas tecnologias permitem compartilhamento da informação em diferentes mídias, extrapolando limitações.</p>
<p>O EaD foi mudando a forma de operar de acordo com a identidade institucional de cada programa, dos modelos pedagógicos e do desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), por meio de materiais impressos, rádio, televisão, videoconferência, teleconferência e, mais recentemente, internet. O uso das TIC serviu como alicerce para o desenvolvimento de metodologias educativas, que privilegiaram relacionamentos socioeducativos.</p>
<p>O material didático impresso ainda é apropriado para estudantes de cursos de graduação, que têm à disposição os principais conteúdos da disciplina de forma organizada. Além disso, este recurso apresenta a facilidade da mobilidade, pois, sem necessidade de conexão, o estudante pode acessar os conteúdos da disciplina em qualquer lugar. Hoje, podemos perceber quanto a metodologia do EAD impactou de forma positiva a educação. No último Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), os alunos de EAD tiveram melhor desempenho que os do ensino presencial. Os estudantes do mundo virtual conquistaram maturidade saudável para aproveitar as oportunidades e as ferramentas disponibilizadas no seu aprendizado. O perfil desses alunos revela necessidade de aperfeiçoamento e desenvolvimento de características de autodidatismo, como a leitura média de mais de 1.200 páginas em um semestre.</p>
<p>O uso de Recursos Educacionais Abertos (REA) é outra tendência do ensino a distância. Pelo REA, alunos de diferentes realidades socioeconômicas têm acesso a conteúdos educacionais na internet, em sites de instituições de ensino. O modelo concretiza a democratização da educação, cujos conteúdos podem ser remixados, adaptados às realidades locais, transformados e compartilhados.<br />
Novas plataformas multimídia são criadas em uma velocidade meteórica. A realidade da televisão interativa está próxima, e, com ela, surgem outras possibilidades de interação entre aluno e professor. Essas descobertas vão possibilitando novos rumos para a educação a distância, que, assim como a tecnologia, está em constante desenvolvimento.</p>
<p><a href="http://www.educacaoadistancia.blog.br/as-tendencias-do-ensino-a-distancia/">Fonte</a></p>
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		<title>Princípios e Métodos de Ensino</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 14:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AMESPE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensino a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[AMESPE EAD]]></category>
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		<description><![CDATA[Módulo Princípios e Métodos de Ensino
INÍCIO E TÉRMINO DO MÓDULO
O Módulo Princípios e Métodos de Ensino, também chamado (A-PME) terá início no dia 17 de junho de 2010.
Antes de tudo inscreva-se no site gratuitamente, caso não tenha feito. Só com um registro no site da AMESPE EAD você poderá matricular-se.
INSCRIÇÃO NO MÓDULO
O Módulo Princípios e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Módulo <strong>Princípios e Métodos de Ensino</strong></p>
<p><strong>INÍCIO E TÉRMINO DO MÓDULO</strong><br />
O Módulo Princípios e Métodos de Ensino, também chamado (A-PME) terá início no dia 17 de junho de 2010.</p>
<p>Antes de tudo <a href="http://www.amespe.com.br/ead/login/signup.php">inscreva-se no site gratuitamente</a>, caso não tenha feito. Só com um registro no site da AMESPE EAD você poderá matricular-se.</p>
<p><strong>INSCRIÇÃO NO MÓDULO</strong><br />
O Módulo Princípios e Métodos de Ensino, já está aberto para inscrições.</p>
<p>Há três maneiras do aluno se inscrever no módulo:</p>
<p><strong>1. Via Depósito Bancário.</strong><br />
O aluno deverá fazer um depósito no valor de R$ 60,00 na conta bancária da AMESPE*, digitalizar o comprovante de depósito e enviar em anexo para o email: contato@amespe.com.br contendo no corpo do email seu nome completo e o nome do módulo inscrito.</p>
<blockquote><p>*BANCO BRADESCO<br />
Agência: 2891-6<br />
Conta Corrente: 12377-3<br />
Titular ACADEMIA CRISTÃ DE BOA VIAGEM &#8211; AMESPE.</p></blockquote>
<p><strong>2. Via Boleto Bancário.</strong><br />
Clicando no <strong>botão abaixo</strong> o aluno será direcionado para o site do <strong>PagSeguro</strong>, onde preencherá um breve formulário com CEP, Nome, Endereço e Email. Após clicar em OK, o boleto será gerado para impressão <em>(Seu navegador deverá estar habilitado para visualizar popup)</em>.</p>
<p><!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --><br />
<form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/checkout/checkout.jhtml" method="post">
<input type="hidden" name="email_cobranca" value="contato@amespe.com.br" />
<input type="hidden" name="tipo" value="CP" />
<input type="hidden" name="moeda" value="BRL" />
<input type="hidden" name="item_id_1" value="A-PME-004" />
<input type="hidden" name="item_descr_1" value="Princípios e Métodos de Ensino" />
<input type="hidden" name="item_quant_1" value="1" />
<input type="hidden" name="item_valor_1" value="6000" />
<input type="hidden" name="item_frete_1" value="0" />
<input type="image" src="http://dl.getdropbox.com/u/78120/AMESPE/Increver-me%21.jpg" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!" /> </form>
<p> <!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<p>O boleto deverá ser pago em qualquer banco até a data do vencimento indicado.</p>
<p><strong>3. Na Secretaria da AMESPE.</strong><br />
A Secretaria da AMESPE fica na <strong>Academia Cristã de Boa Viagem</strong>, Rua Visconde de Jequitinhonha 355, em Boa Viagem, Recife-PE. Atendimento das 14h às 21h, de segunda a sexta.</p>
<p><strong>DO VALOR</strong><br />
O Módulo Princípios e Métodos de Ensino custa apenas R$ 60,00 (sessenta reais). Se escolhida a opção de pagamento via Boleto Bancário será adicionado um pequeno valor referente a taxa do banco.</p>
<p><strong>ACESSO AO CURSO</strong><br />
Após a confirmação do pagamento por nosso sistema, <strong>uma senha será enviada</strong> para seu email. Com ela você acessará o curso em que você se inscreveu. Lembramos que o acesso às aulas será disponibilizado apenas no dia 17 de junho.</p>
<p>Resta-lhe dúvidas?<br />
<a href="http://amespe.com.br/contato/">Entre em contato conosco</a></p>
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